quinta-feira, 13 de maio de 2021

 

ANVISA AUTORIZA USO EMERGENCIAL DE MEDICAMENTO COM ANTICORPOS MONOCLONAIS PARA TRATAR COVID






 Imagens de microscópio mostram partículas do coronavírus que causam a Covid-19 retiradas de um paciente nos EUA — Foto: NIAID-RML via AP



 A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta quinta-feira (13) o uso emergencial de mais um medicamento contra a Covid-19.

Desenvolvido pela farmacêutica Eli Lilly, o medicamento usa a combinação de dois anticorpos monoclonais, o banlanivimabe e etesevimabe. Os anticorpos são versões das defesas naturais do corpo fabricadas em laboratório com o objetivo de combater infecções.

Este é o terceiro medicamento aprovado pela agência. Em março, a Anvisa anunciou o registro do antiviral remdesivir. Já em abril, o Regn-CoV2, coquetel que contém a combinação de casirivimabe e imdevimabe, foi aprovado para uso emergencial no país.

O que é o medicamento e como ele será administrado:

·         Combinação de dois anticorpos monoclonais que têm como alvo a proteína espicular S do SARS-CoV-2;

·    O tratamento é indicado para adultos e pacientes pediátricos (com 12 anos ou mais que pesem no mínimo 40 kg) que não necessitam de suplementação de oxigênio;

·         Ele não é recomendado para pacientes graves;

·       O tratamento deve ser iniciado assim que possível após o teste viral positivo para SARS-CoV-2 e dentro de 10 dias do início dos sintomas;

·         Os medicamentos devem ser administrados juntos por infusão intravenosa;

·         Uso restrito a hospitais, sob prescrição médica e sua venda é proibida ao comércio;

·         O coquetel já foi aprovado para uso emergencial nos Estados Unidos;

·         Não há eficácia clínica do produto contra a variante brasileira P1;

·         O uso em mulheres grávidas deve ser feito com cautela;

·         Ele não substitui as vacinas contra a Covid-19.

A aplicação é intravenosa e o tratamento deve ser iniciado após o teste viral positivo para a Covid-19 e dentro de 10 dias do início dos sintomas. O uso é restrito a hospitais e a venda é proibida ao comércio.

 

 

Por G1

 

https://g1.globo.com/bemestar/

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