BAIXIO DO IRECÊ IRÁ GERAR 25 MIL EMPREGOS E AMPLIAR PRODUÇÃO
AGRÍCOLA NA BAHIA
O presidente da República,
Michel Temer, e o ministro da Integração Nacional, Helder Barbalho, inauguraram
nesta sexta-feira (23) as etapas 1 e 2 do perímetro público de irrigação Baixio
do Irecê, na Bahia. A expectativa é de que o empreendimento possa gerar
aproximadamente 25 mil empregos diretos e indiretos na região ao longo dos
próximos anos. O projeto recebeu investimentos de R$ 550 milhões do Governo
Federal e foi executado pela Companhia de Desenvolvimento dos Vales do São
Francisco e do Parnaíba (Codevasf). O presidente também assinou uma medida
provisória que dispõe sobre a Política Nacional de Irrigação e permite aos
pequenos agricultores usarem seus lotes como garantia para o financiamento da
produção junto aos bancos.
Além de incentivar o desenvolvimento
econômico da região semiárida, o projeto contribui com a segurança alimentar,
pois amplia a produtividade agrícola e a oferta de alimentos. "Hoje é um
dia histórico, em que estamos colhendo aquilo que plantamos. A população
esperava há mais de 50 anos por essa obra, que representa a transformação
definitiva dessa região com mais oportunidades, emprego e produção para as
famílias. E tudo isso com as águas do Rio São Francisco irrigando as
plantações. Temos que garantir que o campo possa continuar sendo a locomotiva
para o desenvolvimento do nosso País", ressaltou o ministro Helder
Barbalho.
Medida Provisória
Ao impedir a retomada, pelo
poder público, dos lotes de agricultores irrigantes dos Projetos Públicos de
Irrigação hipotecados a instituições financeiras oficiais, a alteração
legislativa promovida concederá maior segurança jurídica aos financiamentos
tomados e, por conseguinte, ampliará a oferta de crédito rural.
O objetivo é permitir que os
agricultores irrigantes tenham acesso ao crédito rural, uma vez que a
agricultura irrigada é uma atividade que utiliza intensivamente a mão de obra,
a tecnologia e o capital. Sendo assim, a medida é necessária para acelerar os
processos de ocupação e a produção dos lotes, viabilizando o acesso a novas tecnologias,
reduzindo o êxodo rural, gerando emprego e renda nas propriedades.
Fonte: Ministério da Integração Nacional

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